Luz pode ficar mais cara por causa da decisão da Aneel

A conta de luz pode ficar mais cara por causa da decisão da Aneel
O diretor da Aneel tomou uma decisão menor alterando as regras do programa emergencial e isso pode causar um custo adicional de R$ 400 milhões por mês na conta de luz.

Os brasileiros sofreram com altas contas de energia elétrica no último ano. Isso aconteceu porque o Brasil enfrentava a pior crise hídrica dos últimos 91 anos e os custos de geração de energia elétrica dispararam no país.

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A bandeira da escassez de água, que carrega uma sobretaxa de R$ 14,20 por 100 kWh consumidos, estava em vigor vigor no país de setembro do ano passado a meados de abril deste ano. Ou seja, a população se beneficia da bandeira verde por um mês, o que não incentiva a cobrança de sobretaxas.

Valores pagos pelos consumidores continuem tão caros quanto no ano passado

No entanto, há vários fatores que não barateiam a conta no país. Pelo contrário, espera-se que os valores pagos pelos consumidores continuem tão caros quanto no ano passado. Espera-se que os preços subam já em 2023 devido aos seguintes fatores:

Contratos emergenciais totalizando R$ 11,7 bilhões em 2021 e ainda sendo pagos pelo consumidor;
Crédito de bilhões de euros aprovado pela Aneel que pode chegar a R$ 10,5 bilhões e cuja nova cobrança aparecerá nas contas de serviços públicos a partir de 2023;
Orçamento de R$ 30,2 bilhões da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo do setor elétrico do país.
Uma decisão pode encarecer ainda mais a conta de luz
Como se tudo isso não bastasse, três diretores A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou uma resolução alterando as regras do programa emergencial. Pelo menos é o que disse o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa, segundo o blog Miriam Leitãos.

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Programa surgiu durante a pandemia

Em suma, o programa surgiu durante a pandemia para ganhar energia adicional devido à crise hídrica. Até agora, apenas novas usinas podiam oferecer energia pelas regras do programa. De fato, se as condições do programa forem seguidas, os custos serão muito maiores, ou seja, as usinas se beneficiarão mais do que o normal.

Porém, com a nova resolução, as usinas paradas no sistema também serão beneficiadas beneficiar das condições especiais do programa vêm. Isso significa que as usinas mais antigas voltam a vender energia suja a um preço alto, pois se beneficiam de preços mais altos.

Esse programa perdeu o sentido à medida que o nível da água nos reservatórios subiu. Vários projetos foram inscritos e não cumpriram os contratos. Eles devem pagar uma multa se não entregarem a energia prometida. Agora, a Aneel permitiu que essas empresas vendessem esses contratos para outras empresas que já possuem usinas termelétricas antigas e desativadas no sistema, disse Pedrosa.

O custo mensal pode chegar a R$ 400 milhões

Segundo relatórios da Abraces, os consumidores do país deveriam receber indenização de R$ 200 milhões por mês por descumprimento de contratos de empresas que aderiram ao programa.
* 100003* No entanto, isso não aconteceu e os consumidores não viram um centavo dessas alegações. Agora eles ainda podem ter que pagar um custo adicional de R$ 400 milhões por mês na conta de luz.

Os consumidores têm que pagar R$1.600 se tiverem R$250 de energia para vender. O que mais chama a atenção nessa solução é que uma grande empresa comprou esses contratos e a Aneel mudou de posição em cerca de 10 dias, destacou Pedrosa.

Luz pode ficar mais cara
Luz pode ficar mais cara
FONTE GOOGLE

JBS comprou esses contratos?

Rumores sugerem que a JBS comprou esses contratos. Ou seja, a empresa pararia uma termelétrica em Cuiabá, mas que retomará as operações. Pedrosa teme que outras usinas sigam o exemplo, encarecendo ainda mais a conta de luz no país.

Vale destacar que a Faculdade Aneels tem cinco diretores e que o assunto ainda está sendo discutido pelas áreas técnicas do agência. Resta esperar por notícias positivas.

 

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