Você pode ter perdido Novo resgate do FGTS hoje

Você pode ter perdido: Novo resgate do FGTS hoje; Reduzir os impostos sobre mantimentos e outros itens; Diesel ficará mais caro com alteração do ICMS

Aproximadamente 3,4 milhões de trabalhadores em todo o país receberão a saída extraordinária do FGTS nesta quarta-feira, 25. 15 de junho, por ordem do mês de aniversário do cidadão.

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Os destaques do dia também incluem o projeto de lei que uniformiza a alíquota do ICMS combustível para todos os estados em 17%. Outra notícia importante é o novo corte no imposto de importação de mantimentos e outros itens anunciados pelo governo. Saiba mais.

Saque Especial do FGTS Hoje

Foi depositado hoje um novo lote de Saque Extraordinário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores nascidos em agosto. Aproximadamente 3,4 milhões de pessoas já podem sacar até R$ 1.000 de suas contas ativas e inativas.

Estima-se que R$ 2,5 bilhões tenham sido disponibilizados para esse grupo de um total de R$ 30 bilhões previstos o final da rodada. Aproximadamente 42 milhões de trabalhadores terão acesso ao FGTS até 15 de junho, quando os depósitos terminarem.

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Ninguém precisa pedir empréstimo, que é feito automaticamente em uma conta digital criada no aplicativo Caixa Tem. Para consultar o saldo da conta, basta acessar o site da Caixa, o aplicativo do FGTS ou ir a qualquer uma das agências bancárias.

aplicativo Caixa Tem é possível fazer transferências?

No aplicativo Caixa Tem é possível fazer transferências, pagamentos, compras e até mesmo realizar saques. saques com um código. Aqueles que não desejam participar do saque extraordinário do FGTS podem solicitar o reembolso dos valores pela ferramenta até o dia 10 de novembro.

O prazo para pagamento dos recursos é 15 de dezembro. Veja o calendário completo do desembolso extraordinário de até R$ 1.000 após o mês de nascimento dos participantes:

Governo corta impostos sobre alimentos e outros itens

O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira, 23 de abril , o que novamente reduz o imposto de importação. A redução de 10% nas tarifas para mais de 6.000 itens participantes da Tarifa Externa Comum (TEC) visa conter o aumento da inflação.

As novas tarifas serão aplicadas entre 1º de junho de 2022 e 31 de dezembro de 2023. Feijão, carnes, massas, biscoitos, arroz, materiais de construção estão entre os produtos contemplados. Artigos que fazem parte dos acordos de exceção no Mercosul, como carros, não estão incluídos na lista.

Redução temporária

A medida é de caráter urgente relacionada ao aumento das pressões inflacionárias em um cenário pós-Covid e agora, mais recentemente, uma guerra entre Ucrânia e Rússia, disse o ministro do Comércio Exterior Lucas Ferraz.
Em novembro de 2021 o governo baixou a TEC pela primeira vez e desde então a redução acumulada chegou a 20%. Segundo Ferraz, 87% dos produtos vendidos pelo Mercosul cairão.

É uma redução temporária que, se depender do Brasil, será permanente, disse. Se isso ocorrer, a queda de preço poderá chegar a 1% até 2040, com abatimento de impostos da ordem de R$ 3,7 bilhões.

O preço do diesel poderá voltar a subir com a padronização do ICMS

Deputado Danilo Forte apresentou Proposta para unificar a alíquota do ICMS para combustíveis em todos os estados brasileiros. Segundo cálculos do Instituto Combustível Legal, o limite de 17% do imposto deve reduzir a arrecadação das unidades federativas em R$ 20,5 bilhões por ano.

Por outro lado, a medida pode aumentar o preço do diesel de lugares como Rio de Janeiro e São Paulo. Com a fixação do ICMS nesse patamar, 12 estados teriam um aumento de impostos com um aumento de receita de R$ 7,3 bilhões por ano.

No Rio, o impacto estimado para o consumidor com o aumento da alíquota de 12% para 17% é de R$ 0,25 por litro de diesel. Em São Paulo, a gasolina sairia cerca de R$ 0,18 mais cara na bomba.

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R$ 70 e 100 bilhões por ano para as prefeituras.

Os estados têm caixa em excesso e a população está passando necessidade. Os pobres e assalariados pagam a conta da inflação. Do ponto de vista estrutural, essa é a melhor saída porque sinaliza uma solução de longo prazo e combate a guerra fiscal, justificou o autor da proposta.

O projeto é mais uma tentativa do governo de reduzir inflação à custa dos estados. A expectativa é que isso de fato leve a uma queda na inflação, mas resulte em um prejuízo entre R$ 70 e 100 bilhões por ano para as prefeituras.

No caso da gasolina, a padronização da alíquota do ICMS para Combustível teria um impacto positivo nos consumidores de todos os estados, que hoje estão entre 25% e 34%. Quanto ao etanol, só haveria impacto em Minas Gerais e São Paulo.

 

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